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6570537 | O USO DE TÉCNICAS NÃO FARMACOLÓGICAS DE ALÍVIO DA DOR NO PROCESSO DE PARTURIÇÃO | Autores: Maira Isabelle de Miranda Cardoso ; Dayara de Nazaré Rosa de Carvalho ; Josinete da Conceição Barros do Carmo ; Fernanda Araújo Trindade ; Mônica Custódia do Couto Abreu Pamplona |
Resumo: **Introdução: **A dor vivenciada durante o Trabalho de Parto (TP) e do parto é única para cada mulher, em razão dos diferentes fatores que a influenciam. Essa dor pode ser aliviada principalmente se há a assistência de profissionais capacitados que dispõem de métodos alternativos minimamente invasivos¹. **Objetivo:** Buscar evidências disponíveis na literatura acerca dos métodos não farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto. **Metodologia:** A presente revisão integrativa foi realizada por meio de pesquisa nas bases de dados LILACS, SCIELO, BDENF com artigos publicados no período de 2013 a 2018. **Resultados:** As práticas mais utilizadas são: eletroestimulação transcutânea, massagem lombossacral, exercício respiratório e relaxamento, hidroterapia, crioterapia, e banho morno; as quais contribuem para a diminuição do tempo do TP, e alívio das dores. No entanto, a maioria das mulheres relata que os próprios profissionais não as mencionam, nem as realizam². **Conclusão: **Essas práticas refletem diretamente no bem-estar das parturientes, diminuem a exposição aos efeitos colaterais medicamentosos e aos riscos de infecções². **Contribuições para enfermagem: **Deve haver preparação e encorajamento dessas técnicas ainda na academia, além da exposição ainda no pré-natal, como preparação para o TP e incentivo à humanização do atendimento prestado como preconizado pelo Ministério da Saúde.
Referências: 1. Souza ENS, Aguiar MGG, Silva BSM. Métodos não farmacológicos no alívio da dor: equipe de enfermagem na assistência a parturiente em trabalho de parto e parto. Enferm. rev. 2015;18(2):42-56.
2. Mafetoni RR, Shimo AKK. Métodos não farmacológicos para alívio da dor no trabalho de parto: revisão integrativa. REME Rev Min Enferm. 2014 abr/jun;18(2):505-20 |