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70º CBEn • ISSN: 2319-0086
Resumo: 5318365

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5318365

SÍNDROME CORONARIANA AGUDA: IDENTIFICAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS PACIENTES ATENDIDOS EM UMA EMERGÊNCIA

Autores:
Rebeca Nobre Martins Arruda ; Eleine Aparecida Penha Martins ; Kethelin Talita Persiliano Aragão ; Daniel Augusto da Silva ; Arlete Aparecida Marçal

Resumo:
O Infarto Agudo do Miocárdio sempre requer internação hospitalar, após diagnóstico clínico relativamente simples e bem estabelecido. **A pesquisa teve como objetivo i**dentificar pacientes diagnosticados com IAM em uma unidade de emergência de junho à julho de 2018 e defini los de acordo com idade, gênero e raça. A pesquisa foi de abordagem descritiva e quantitativa, a amostra foi composta por pacientes internados com diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio. Foram identificadas que no período da pesquisa 37 pacientes deram entrada na unidade de emergência com queixa de dor torácica. Desses, 23 foram diagnosticados pelo plantonista com Síndrome Coronariana Aguda, o que os tornaram amostra da pesquisa em questão. Ao caracteriza-los fatores importantes destaca-se como o perfil dos pacientes entrevistados, em sua maioria, do gênero masculino, com faixa etária acima dos 60 anos, raça branca, são casados, empregados, possuem ensino médio completo e renda familiar de até dois salários mínimos. Compreende-se que o aspecto sociodemográfico intervém na relação biopsicossocial e coopera positivamente no desenvolvimento de costumes de vida modificáveis impróprios e fatores de risco ligados a doenças cardiovasculares. O trabalho de prevenção para síndrome coronariana deve-se começar na atenção básica, visando características identificadas na pesquisa em questão.


Referências:
MAIER GSO, MARTINS EA. Assistência ao paciente com síndrome coronariana aguda segundo indicadores de qualidade. Rev. Gaúcha Enferm 2016; 69(3): 710-717. BRANT LCC et al. Variações e diferenciais da mortalidade por doença cardiovascular no Brasil e em seus estados, em 1990 e 2015: Estimativas do Estudo Carga Global de Doença. Rev Brasil Epidemi 2017; 20(1): 116-128.