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4585598 | TIPOS DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DE ENFERMEIROS EGRESSOS DE PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA | Autores: Lázaro Souza da Silva ; Olga Maria Brito dos Santos ; Rosana Maria de Oliveira Silva ; Maria Natália de Carvalho Alves ; Ana Lúcia Arcanjo Oliveira Cordeiro |
Resumo: **Introdução: **O estudo da inserção profissional vem se destacar e ter visibilidade perante o desemprego estrutural que tem sido a realidade da sociedade contemporânea. Nesse contexto, os processos de inserção profissional tornam-se cada vez mais prolongados, influenciados pela dinâmica socioeconômica e pelas estratégias dos diferentes atores sociais envolvidos.** Objetivo:** Identificar os tipos de inserção profissional experienciados pelos enfermeiros egressos dos programas de residência. **Metodologia:** Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada na Biblioteca Virtual de Saúde, com os descritores “Internato não Médico”, “Especialização” e “Enfermagem”. A busca foi realizada em 03 de outubro de 2017. A fim de orientar a análise e poder evidenciar os percursos-tipo de inserção profissional apresentados nos estudos, foi adotado como eixo norteador os preceitos teóricos da inserção profissional.** Resultados:** Foram selecionados 9 artigos e identificados 04 tipos de inserção profissional apresentados pelos enfermeiros egressos da residência: inserção rápida em um emprego estável, inserção diferida num emprego estável, inserção precária e exclusão.** Conclusão:** O programa de residência é um diferencial no que se refere à inserção profissional no mercado de trabalho por apresentar como principal percursos, o de inserção rápida num emprego estável e a política de retenção estabelecida em programas internacionais amplia as taxas de emprego. Além disso revela que o desemprego não é algo estruturante entre os profissionais egressos de residência em enfermagem. **Contribuições ou implicações para a Enfermagem:** Como contribuição do estudo, este revela a importância dos programas de residência para a inserção profissional rápida, assim como evidencia a necessidade de políticas de retenção dos residentes em organizações hospitalares brasileiras.
Referências: Alves N. Inserção Profissional e Formas Identitárias. EDUCA, Julho de 2009. p. 344. |