3048828 | As abordagens temáticas do Special Interest Groups (SIGs) em Enfermagem intensiva e de Alta Complexidade no Brasil | Autores: Tifanny de Albuquerque Ribeiro ; Fernanda Farias de Castro ; Maria de Nazaré de Souza Ribeiro ; Cleisiane Xavier Diniz ; Lilian Prates Belém Behring |
Resumo: **Introdução:** No Brasil, a Telessaúde permite visualizar novas maneiras de exercer a prestação da assistência à saúde e proporcionar aos profissionais e acadêmicos a transmissão de eventos por meio dos Grupos de Interesse Especial (_Special Interest Groups - _SIGs), formados na RUTE (Rede Universitária de Telemedicina) para promover debates, discussões de casos e diagnósticos à distância(1,2). Os SIGs são formados em diferentes especialidades e subespecialidades e dentre eles está o SIG de Enfermagem intensiva e de Alta Complexidade iniciado há nove anos. **Objetivo:** Identificar os temas mais debatidos pelo SIG Enfermagem Intensiva e de Alta Complexidade no período de 2009 à 2018. **Metodologia**: Estudo retrospectivo, baseado em dados obtidos dos registros do SIG de Enfermagem Intensiva e de Alta Complexidade. **Resultados e Discussão**: As reuniões acontecem por teleconferência e webconferência na última quarta feira de cada mês. A decisão dos palestrantes, debatedores e temas abordados ao longo do ano é feita por votação. Os temas mais debatidos nestes últimos nove anos foram: Gestão em UTI com 11 (14,1%) abordagens, Ventilação mecânica 10 (12,8%), Sepse e controle de infecção 09 (11,5%), Segurança do Paciente 7 (9%), Neurointensivismo 7 (9%), Parada Cardiorespiratória e Cerebral 6 (7,7%), Terapia medicamentosa e cateteres 6 (7,7%). Outros temas foram discutidos tais como: Cuidados paliativos e doação de órgãos, Hemodinâmica, Queimaduras, Lesão por pressão, dentre outros. O uso dessa tecnologia de educação possibilita a capacitação permanente dos profissionais de enfermagem e auxilia na organização do processo de trabalho(2). **Conclusão/Implicação:** As conferências realizadas já demonstraram que a atualização em temas muito especializados pode ser trabalhada de forma integrativa junto às diferentes regiões do Brasil, e as tecnologias avançadas podem agilizar o processo de comunicação permanente, favorecendo a difusão do conhecimento com equidade e melhoria da assistência prestada, pelos profissionais de enfermagem, aos usuários dos setores públicos e privados.
Referências: 1. Brasil. Rede Universitária de Telemedicina. Brasília: Ministério da Saúde, Governo Federal, 2012
2. LPB Behring, L Assad, R Marques, AW Alvarenga et al. SIG RUTE. Enfermagem Intensiva e Alta Complexidade. Gold book [recurso eletrônico] : inovação tecnológica em educação e saúde / Organizadores, Ivan Mathias, Alexandra Monteiro. – Dados eletrônicos. – Rio de Janeiro: EdUERJ, 2012. |