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70º CBEn • ISSN: 2319-0086
Resumo: 2636582

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2636582

PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO EM UM CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ÁLCOOL E DROGAS - CAPS AD III

Autores:
Pâmela Franciele Oliveira Alves ; Roger Matheus Coruja Aloy

Resumo:
Introdução: O pacto federativo que assegura os princípios e as diretrizes do SUS, dispõe que a organização dos territórios constituem-se a partir de uma rede de serviços que deve ser ofertada pelo Estado, à todo e qualquer cidadão. A Portaria número 366, de 19/02/02, que refere sob a reforma psiquiátrica brasileira, dispõe sobre o modelo assistencial em saúde mental e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais, discorre que os CAPS deverão constituir-se em serviço ambulatorial de atenção diária onde os cidadãos devem ser tratados com humanidade e respeito, visando alcançar sua inserção na família, no trabalho e na comunidade, funcionando segundo a lógica do território. Objetivo: Este estudo objetiva relatar a experiência do processo de territorialização em um CAPS AD III. Método: Trata-se de um estudo descritivo no formato de relato de experiência.  O objeto de estudo será a área territorial atendida pelo CAPS AD III AMANHECER, situado em Canoas/RS. A coleta de dados ocorrerá em mapas locais e nas articulações das Redes de Atenção à Saúde do município. A análise e apresentação dos dados será com a confecção de mapas, gráficos e tabelas, contendo informações pertinentes ao processo de territorialização (nº habitantes, serviços de saúde, rede do usuário, áreas de lazer, risco e pontos de uso ). Este estudo será financiado pelos autores. Resultados: Os resultados permitirão apresentar o processo de territorialização  possibilitando identificar os indivíduos, redes, grupos e famílias e a quais situações os usuários estão expostos, contribuindo para o entendimento da situação de saúde a partir dos aspectos sociais, econômicos, culturais, demográficos e epidemiológicos, podendo ampliar e qualificar a assistência prestada. Conclusão: O estudo permitirá concluirmos frente à territorialização, identificando os desafios e possibilidades existentes e como este processo pode ou não contribuir para o serviço e nosso trabalho quanto profissionais de Enfermagem.


Referências:
1.Brasil. Diretrizes Operacionais dos pactos pela vida, em defesa do SUS e de gestão. Brasília, 2006. 2.Ministério da Saúde. Portaria número 366 de 19 de fevereiro de 2002. Considerando a Lei 10.216, de 06/04/01. Brasília, 2002. 3. Ministério da Saúde. PNAB: Política Nacional de Atenção Básica. Brasília, 2012.