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70º CBEn • ISSN: 2319-0086
Resumo: 1134929

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1134929

A PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS POR JOVENS UNIVERSITÁRIOS – CONHECIMENTOS E RECEIOS

Autores:
Sarah Werneck da Costa ; Thayná Trindade Faria ; Rosana Santos Costa Santana ; Thelma Spindola ; Agatha Soares de Barros

Resumo:
Introdução: Os jovens, em decorrência da multiplicidade de parcerias sexuais, uso descontinuado do preservativo, uso de álcool ou drogas antes das relações sexuais são um grupo exposto às infecções sexualmente transmissíveis (IST), assinala o Ministério da Saúde. Objetivos: Conhecer a percepção de jovens universitários em relação à prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis. Discutir a vulnerabilidade dos jovens às Infecções Sexualmente Transmissíveis. Metodologia: Estudo descritivo, qualitativo realizado, em 2016, numa universidade particular, no Rio de Janeiro, com 30 universitários de idades entre 18 e 29 anos. Os dados foram coletados em três encontros pela aplicação da técnica do grupo focal. Para análise dos achados empregou-se a técnica de análise de conteúdo temático-categorial, operacionalizada com auxílio do software N Vivo 9. Resultados: Os dados sinalizam que o conhecimento dos participantes sobre as infecções sexualmente transmissíveis é insuficiente. As infecções mais difundidas no meio acadêmico e na mídia, como o HIV, são mais prontamente reconhecidas pelo grupo. Os jovens revelaram o receio em adquirir o HIV/Aids e outras IST, contudo apresentam falhas em suas práticas de prevenção. Conclusões: Os jovens, embora estudantes do ensino superior, apresentam um conhecimento insatisfatório em relação às infecções e adotam um comportamento de risco em suas condutas sexuais, o que os torna vulneráveis às IST. Implicações para a Enfermagem: O enfermeiro e demais profissionais de saúde devem estar envolvidos com ações de educação em saúde da população jovem, para a prevenção da exposição às IST e redução da vulnerabilidade do grupo.


Referências:
Ministério da Saúde (Br). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis. Brasília (DF); 2015.