1799 | Movimento Anti-Vacina: A falta de informação pode adoecer uma população | Autores: Mercedes Neto (mercedesneto@yahoo.com.br) (UERJ) ; Mary Hellem Fonseca (UERJ) ; Julia Nascimento (UERJ) ; Letícia Ramos da Silva (UERJ) ; Ricardo Mattos Russo Rafael (UERJ) ; Fernando Porto (UNIRIO) |
Resumo: As graves doenças e o surto de febre amarela, varíola e tuberculose que atingiram o país no ano de 1904, interferiram na implantação do método que tinha como objetivo prevenir ou eliminar a transmissão destas doenças. Assim iniciou-se um movimento que buscava a imunização obrigatória da população, principalmente dos que se localizavam próximo aos portos, o que gerou a conhecida Revolta da Vacina. Alguns movimentos contra as vacinas ao redor do mundo iniciaram por volta de 1998, quando ganharam um pouco mais de força por meio de uma divulgação inautêntica em uma revista prestigiada, cujo autor desta descumpriu códigos de ética. Diversos lugares aderiram esta ideia e perpetuaram este movimento contra a vacina, evitando este método que tanto diminuiu a mortalidade infantil. No Brasil, a vacina é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Programa Nacional de Imunizações, tendo como objetivo atingir maior cobertura vacinal possível. Este programa buscou formas alternativas para atingir uma grande parcela da população. Para a prática do enfermeiro na atenção básica, o movimento anti vacina é prejudicial no cuidado efetivo e eficaz na eliminação, erradicação e prevenção de diversos agravos.
Referências: 1. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Comunicação Social. 1904 Revolta da vacina: a maior batalha do rio. Cad da comunicação. 2006 jul. (série memória). 2. Rizzolo RC. A onda antivacina [Internet]. 2017. [acesso em 2017 jun. 30]. Disponível em:http://ciencia.folhadaregiao.com.br/2014/03/aondaantivacina.html. 3. Hartmann M. Conheça a origem do movimento antivacina [Internet]. Estadão. 2016 set. 6. [acesso em 2017 jun. 30]. Disponível em: http://emais.estadao.com.br/noticias/bemestar,conhecaaorigemdomovimentoantivacina,10000074329?platform=hootsuite. 4. Linde P. Quem são os antivacinas [Internet]. El País. 2015 jun. 7. [acesso em 2017 jun. 30]. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/02/ciencia/1433262146_575760.html. 5. Hartmann M. Vacinar ou não vacinar: eis a questão [Internet]. Estadão. 2016 set. 6. [acesso em 2017 jun. 30]. Disponível em: http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,vacinar-ou-nao-vacinar-eis-a-questao,10000074325. |