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20º SENPE • ISSN: 2237-3454
Resumo: 9059414


9059414

USO DE PULSEIRA DE IDENTIFICAÇÃO DO RECÉM-NASCIDO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autores:
Patrícia Natália Monteiro Leite|patricianatalialeite@gmail.com|enfermeira|especialista Em Clínica Médica E Cirurgia Geral. Especialista Em Terapia Intensiva. Residência de Enfermagem Neonatal (cursando)|residente de Enfermagem Neonatal do 2º Ano do Hospit ; Nathália Vasconcelos Menezes Petroni|nathaliapetronip@gmail.com|enfermeira|residência de Enfermagem Neonatal (cursando)|residente de Enfermagem Neonatal do 2º Ano do Hospital Universitário Pedro Ernesto.|hospital Universitário Pedro Ernesto. Universidade ; Érica Sara Martins Coelho Pinheiro|ericasaracoelho@hotmail.com|enfermeira|residência de Enfermagem Neonatal (cursando)|residente de Enfermagem Neonatal do 2º Ano do Hospital Universitário Pedro Ernesto.|hospital Universitário Pedro Ernesto. Universidade D ; Priscilla Rodrigues Menezes|pris.rodrigues92@hotmail.com|enfermeira|residência de Enfermagem Neonatal (cursando)|residente de Enfermagem Neonatal do 2º Ano do Hospital Universitário Pedro Ernesto.|hospital Universitário Pedro Ernesto. Universidade do Esta ; Thamires Aparecida de Souza Martins|thamiresmartins.ufrj@gmail.com|enfermeira|residência de Enfermagem Neonatal (cursando)|residente de Enfermagem Neonatal do 2º Ano do Hospital Universitário Pedro Ernesto.|hospital Universitário Pedro Ernesto. Universida

Resumo:
**Objetivos: Descrever a experiência na periodicidade da Identificação do paciente em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um Hospital Público do Rio de Janeiro. Método: Estudo descritivo e exploratório com o método de relato de experiência. Resultados: Na Instituição a primeira identificação do paciente neonatal ocorre através da pulseira preenchida por um profissional de saúde ainda no Centro Obstétrico contendo número de registro do prontuário e nome da mãe, sexo, data e hora do nascimento do Recém nascido (RN), e posteriormente, outra pulseira é impressa com nome da mãe, registro de prontuário do RN, código de barras, nome da Instituição, sexo, data e hora do nascimento. Orientam-se quando possível dispuser esta pulseira no membro inferior esquerdo. Foi possível perceber que frequentemente é realizado a avaliação da presença e integralidade da pulseira, e quando a letra fica ilegível, o serviço de saúde providencia a impressão de uma nova. A identificação do paciente é o primeiro passo para segurança do paciente, sendo assim a Unidade Neonatal da Instituição encontra-se em consonância com as recomendações da Portaria nº 529, de 1º de abril de 2013 que Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Segundo o Ministério da Saúde (2013) a identificação correta do paciente deve ser realizada para evitar inúmeros erros e riscos para a segurança do paciente. Conclusão: Percebe-se que houve maior periodicidade na identificação do paciente após a sensibilização dos profissionais da importância desta ação a fim de evitar erros no cuidado ao Recém Nascido. Contribuições para a Enfermagem: É necessária a união de toda equipe de saúde na garantia da identificação do paciente durante todo período de pré-, intra e pós-hospitalização.**


Referências:
Brasil. Ministério da saúde. Portaria nº 529, de 1º de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Disponível em . Acesso em: 17 abr. 2019. Brasil. Ministério da saúde. Protocolo de Identificação do Paciente. Protocolo integrante do Programa Nacional de Segurança do Paciente. Ministério da Saúde/ Anvisa/ Fiocruz. p.1-10