7028225 | EDUCAÇÃO EM SAÚDE: ESTRATÉGIA DE CONTROLE DO HIV | Autores: Márcia Figueira Canavez|marciaf.monlevad@gmail.com|enfermeiro|mestre|professora|centro Universitário de Volta Redonda - Unifoa ; Lucrécia Helena Loureiro|lucreciahelena@gmail.com|enfermeiro|doutora|diretora|centro Universitário de Volta Redonda - Unifoa ; Rafaela Tinoco Machado da Silva|rafaelatinoco@yahoo.com.br|enfermeiro|especialista|diretora|centro Universitário de Barra Mansa- Ubm ; Thaisa Pires Cunha|thaysapcunha@hotmail.com|estudante de Enfermagem|estudante|estudante|centro Universitário de Volta Redonda - Unifoa ; Beatriz Ventura dos Santos|bsantos.ventura@gmail.com|estudante de Enfermagem|estudante|estudante|centro Universitário de Volta Redonda - Unifoa |
Resumo: **EDUCAÇÃO EM SAÚDE: ESTRATÉGIA DE CONTROLE DO HIV **
A educação em saúde é um campo riquíssimo para o qual convergem diversas
concepções de aprendizagem, tendo um aspecto fundamental na prevenção e
tratamento das IST/HIV. Objetivos: avaliar a percepção do conhecimento da
transmissão do HIV dos indivíduos residentes no Município de Volta Redonda;
traçar um diagnóstico das ações sócio-educativas local e fornecer subsídios às
ações e aos projetos de saúde voltados ao HIV do Município. Método: trata-se
de uma pesquisa quantitativa, exploratória, descritiva, do tipo inquérito; os
dados foram coletados através de questionário, aplicado a 243 indivíduos
presentes ao Evento Dia Mundial de Luta Contra o HIV no Município de Volta
Redonda, após aprovado pelo Comitê de Ética do UniFOA nº 2.533.191.
Resultados: ao serem questionados se conhecem os métodos de prevenção, 98,7%
responderam sim e apenas 1,3% responderam não. Em relação ao sexo seguro,
52,3% sim, 29,2% não e 18,5% às vezes relaram o uso do preservativo. Quando
questionados “Você já fez o teste de HIV alguma vez na vida? 87,6% não, 12,4%
sim. Ao compararmos os dados sobre o conhecimento dos métodos de prevenção,
98,7% relataram conhecer, mas ao somarmos o total dos que não usam o
preservativo ou usam às vezes obtivemos um total de 47,7%. Conclusão:
verificou-se que o tabu vinculado ao uso do preservativo deve ser enfrentado,
para que esta prática seja incorporada em toda relação sexual, sendo
imprescindível desde a iniciação sexual. As ações de educação em saúde para o
controle do HIV precisam ser deflagradas através de práticas educativas, como
oficinas, vídeos, roda de conversa, cartilhas entre outros instrumentos. Os
profissionais de saúde, também precisam ser capacitados, para que possam
compreender a importância do seu papel quanto educadores.
Referências: BRASIL. Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST-Aids. Boletim Epidemiológico Aids-DST.[ internet] Brasilia: Ministério da Saúde;2018{ cited 2018 May 01]. http:www.aids.gov.br/publicacao/ 2018/boletim-epidemiológico-2018.
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2016 [cited 2017 Jan 17]. Available from: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/a nexos/publicacao/2015/5835
Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico AIDS e HIV: versão preliminar. Ano IX. n. 1. Brasília: Ministério da Saúde; 2012 [cited 2017 Jan 17]. Available from: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/a nexos/publicacao/2012/52654/boletim_jornal istas_pdf_22172.pdf
PASSOS TS, HORA AB, PAIXÃO ALSS DA ET AL. EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA PREVENÇÃO DE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS. Rev enferm UFPE on line., Recife, 11(10):3965-70, out., 2017 |