5127630 | PREVALÊNCIA DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO EM GESTANTES DE RISCO HABITUAL E ALTO RISCO | Autores: Luisa Gomes Viana|luisaviana323@gmail.com|estudante de Graduação|graduanda|bolsista do Programa de Educação Tutorial – Pet/mec/sesu|universidade Federal do Ceará ; Sâmia Monteiro Holanda|samiaenf@yahoo.com.br|enfermeira|mestre Em Enfermagem|residente de Enfermagem Obstétrica|universidade Federal do Ceará ; Rafaela de Oliveira Mota|rafa.mota.ufc@outlook.com|enfermeira|residente|residente de Enfermagem Obstétrica|universidade Federal do Ceará ; Gilce Helen Amorim da Silva|gilce_helen@hotmail.com|enfermeira|residente|residente de Enfermagem Obstétrica|universidade Federal do Ceará ; Priscila de Souza Aquino|priscilapetenf@gmail.com|enfermeira|doutora|professora Adjunto Ii|universidade Federal do Ceará |
Resumo: **Introdução: **As infecções do trato urinário incidem em 17 a 20% das gestantes e são associadas a piores desfechos neonatais e complicações maternas. **Objetivos**: Comparar a prevalência de infecção do trato urinário entre gestantes de risco habitual e de alto risco. **Métodos**: Trata-se de um estudo comparativo transversal realizado em Fortaleza, com gestantes atendidas no pré-natal de risco habitual do Centro de Parto Natural (CPN) Lígia Barros Costa e no Ambulatório de Pré-Natal de Risco da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC). Os dados foram coletados de agosto a novembro de 2017. O projeto teve aprovação do comitê de ética sob o número 2.247.417. **Resultados**: Foram captadas 100 (47,6%) gestantes do grupo de risco habitual e 110 (52,4%) gestantes do grupo de alto risco. A prevalência da infecção do trato urinário foi de 58,2% (n=64) nas gestantes de alto risco e de 33% (n=33) nas gestantes de risco habitual, sendo a intercorrência mais referida pelas mulheres de ambos os grupos. Não foi possível coletar as informações sobre o tratamento, pois os registros não continham todos os dados sobre o seguimento destas gestantes. **Conclusão**: Percebe-se que ainda há falhas referentes ao registro nos cartões de pré-natal, mesmo tendo evidências suficientes que apontam as infecções do trato urinário como relevantes na história obstétrica das gestantes. Esse fato é mais preocupante quando se trata de gestantes que já tem alguma comorbidade que a referencie para um pré-natal de alto risco. **Contribuições: **O estudo evidenciou a necessidade de uma maior qualidade no preenchimento dos registros nos cartões de pré-natal, a fim de intervir de forma mais eficiente na infecção do trato urinário em gestantes.
Referências: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção básica nº 32: atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília; 2012. |