4966353 | EDITORAS CHEFES DE REVISTAS DE ENFERMAGEM BRASILEIRAS INDEXADAS NA LILACS: ESPECIAIS CONTRIBUICOES PARA ENFERMAGEM | Autores: Rosana Maria de Oliveira Silva|rosanaosilva@hotmail.com|enfermeiro|doutora Em Enfermagem|professora Associada|universidade Federal da Bahia ; Gilberto Tadeu Reis da Silva|gilberto.tadeu@ufba.br|enfermeiro|doutor Em Ciências|professor Titular-livre|universidade Federal da Bahia ; Virginia Ramos dos Santos Souza|vrss.ufba@gmail.com|enfermeiro|mestre Em Enfermagem|professora Assistente|universidade Federal da Bahia ; Laís Oliveira Pithon|laipithon@gmail.com|fisioterapeuta|especialista|fisioterapeuta|universidade Federal da Bahia ; Rafaela Nascimento Ribeiro|rafa_nascimento1@hotmail.com|enfermeiro|bacharel Em Enfermagem|estudante|universidade Federal da Bahia |
Resumo: Trata-se de estudo descritivo com abordagem quantitativa, que teve como
objetivo identificar o perfil de editores chefes de revistas científicas
brasileiras. A coleta de dados ocorreu em abril de 2019, quando buscou-se
informações sobre os editores chefes através dos endereços eletrônicos das
revistas científicas de enfermagem, referentes ao último volume publicado de
2018, e posteriormente acessando à Plataforma Lattes para complementação das
informações. Estudo de cunho documental e utiliza apenas documentos públicos e
de livre acesso, sendo desnecessário seu registro ou avaliação pelo sistema de
comitês de pesquisa com seres humanos. De um total de vinte e um (21)
periódicos nacionais da área de Enfermagem. Os dados analisados e disponíveis
foram gênero, titulação acadêmica, produção científica de 2008 a 2018, tempo
no cargo. Três destes periódicos não tinham explicitado informações de editor-
chefe e por isso foram descartados da coleta. A análise ocorreu por
estatística simples, descritiva e univariada. Verificou-se o recorte de
gênero, a permanência na função maior que dois anos, três com mais de dez
anos. Quanto à formação a maioria possui doutorado seguido do pós-doutorado. E
periódicos com mais cinquenta publicações para o período de 2008-2018. Os
resultados consolidam a perspectiva da Enfermagem como ciência no cenário da
América Latina e Brasil, apontam para o fortalecimento da pesquisa nesta área
de conhecimento, e a natureza indissociável do trabalho em Enfermagem, da
gestão, cuidado, ensino e pesquisa. Um aspecto crítico identificado foi a
permanência dos editores-chefes na função e isto pode implicar numa
fragilidade do coletivo de pensar a pesquisa na enfermagem. O engajamento
dessas pode potencializar a pesquisa como campo a ser conquistado por elas,
agregando um olhar diferenciado a construção do saber. O estabelecimento do
perfil dos editores-chefes contribui na visibilidade desta importante
atividade, estimulando o interesse e compromisso com a excelência na produção
científica.
Referências: 1. Jia T, Wang D, Szymanski BK, Flammini A, Di Z. Quantifying patterns of research-interest evolution. Nat Hum Behav [Internet]. Macmillan Publishers Limited, part of Springer Nature.; 2017;1(march):0078. Recuperado de: http://www.nature.com/articles/s41562-017-0078
2. Vandenbroucke JP. STREGA, STROBE, STARD, SQUIRE, MOOSE, PRISMA, GNOSIS,??TREND, ORION, COREQ, QUOROM, REMARK... and??CONSORT: for whom does the guideline toll? J Clin Epidemiol [Internet]. Elsevier Inc.; 2009;62(6):594–6. Recuperado de: http://dx.doi.org/10.1016/j.jclinepi.2008.12.003
3. Silva RHR da, Gamboa SÁS. Do esquema paradigmático à matriz epistemológica: sistematizando novos níveis de análise. ETD – Educ temát Digit. 2014;16(1):48–66. |