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20º SENPE • ISSN: 2237-3454
Resumo: 4822339


4822339

A EDUCAÇÃO EM SAÚDE E HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO COMO TECNOLOGIA LEVE

Autores:
Marina Silva Araújo|marinabarattaa@gmail.com|graduação|bacharelado Em Enfermagem|acadêmica E Membro do Grupo de Pesquisa E Ensino Em Saúde Coletiva|unichristus ; Adriane Melqui Alves de Sousa|melquieadri@gmail.com|graduação|bacharelado Em Enfermagem|acadêmica E Membro do Grupo de Pesquisa E Ensino Em Saúde Coletiva|unichristus ; Flavihanne Delfino de Sousa|flavihanne.sousa@gmail.com|graduação|bacharelado Em Enfermagem|acadêmica E Membro do Grupo de Pesquisa E Ensino Em Saúde Coletiva|unichristus ; Fernanda Flania Soares Maia|fernandaflania@gmail.com|graduação|bacharelado Em Enfermagem|enfermeira E Membro do Grupo de Pesquisa E Ensino Em Saúde Coletiva|unichristus ; Juliana de Pontes Nobre|julianapnobre@gmail.com|graduação|bacharelado Em Enfermagem|enfermeira E Membro do Grupo de Pesquisa E Ensino Em Saúde Coletiva|universidade Estadual do Ceará

Resumo:
INTRODUÇÃO: A gravidez e parto trazem diversas transformações fisiológicas e emocionais que demandam à mulher e sua família cuidados específicos. A assistência realizada pelo Enfermeiro, consiste em cuidados voltados à saúde materno fetal possibilitando ações para que a mulher possa viver a gestação e o parto de forma positiva, diminuindo os riscos e complicações. A humanização do atendimento como tecnologia leve é uma forma de gerenciamento do trabalho nas relações, enquanto a atenção integral é tida como gerenciadora dos processos de trabalho humanizado. Esta tem como ações a promoção da saúde, a prevenção das doenças, a recuperação da saúde e a humanização do atendimento. Dessa forma as tecnologias podem ser classificadas como leve, leve-dura e dura. As tecnologias leves são as relações; as leve-duras são os saberes estruturados, tais como as teorias, e as duras são as dos recursos materiais.OBJETIVOS: Relatar a percepção das acadêmicas sobre as tecnologias leves como dispositivo de atendimento humanizado às gestantes atendidas nas consultas de pré-natal. MÉTODO: Relato de experiência, realizado em uma Unidade de Atenção Primária em Saúde, ocorrido no segundo semestre de 2018. RESULTADOS: Os atendimentos foram pautados na educação em saúde, que implica na construção de conhecimento, participação com a co-responsabilização dos envolvidos, empoderando e ampliação da autonomia para o autocuidado da gestante. A vivência proporcionou momentos significativos para os atores envolvidos,  houve maior participação das gestantes que compartilharam sentimentos e aflições. CONCLUSÃO: A educação em saúde é necessária, pois é geradora de conhecimento, incentivando a autonomia e promovendo sentimento de segurança nas gestantes atendidas, tornando-as mais responsáveis e confiantes, além de ajudá-las no reconhecimento de seus direitos. Implicações de enfermagem: O Enfermeiro como educador em saúde favorece um atendimento humanizado e ações de proteção à saúde.


Referências:
1. Alves CN, Wilhelm LA et al. Cuidado pré-natal e cultura: uma interface na atuação da enfermagem. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem 19(2) Abr-Jun 2015. 2. BRASIL, Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica nº 32. Atenção ao Pré Natal de Baixo Risco. 2012. 3. COELHO, Márcia Oliveira;et al. Tecnologia das relações como dispositivo do atendimento humanizado na atenção básica à saúde na perspectiva do acesso, do acolhimento e do vínculo. Ciência & Saúde Coletiva, v. 14, p. 1523-1531, 2009. 4. DOS SANTOS, Rachael Miranda et al. Tecnologias do cuidado e humanização do pré-natal na atenção básica. Revista Recien-Revista Científica de Enfermagem, v. 6, n. 18, p. 76-84, 2016. 5. Souza VB, Silva JS, Barros MC et al. Tecnologias leves na saúde como potencializadores para a qualidade da assistência às gestantes. Rev enferm UFPE on line., Recife, 8(5):1388-93, maio., 2014.