2842403 | OS SENTIMENTOS ATRELADOS AO PERÍODO DE JEJUM NO PROCESSO PRÉ- OPERATÓRIO: REVISÃO DA LITERATURA | Autores: Marcelle Cristine da Fonseca Simas|marcellecristinesimas@gmail.com|estudante de Enfermagem|graduanda Em Enfermagem|acadêmica de Enfermagem|universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Enfermagem ; Ariane da Silva Pires|arianepires@oi.com.br|enfermeira|mestre Em Enfermagem|professora Assistente do Departamento de Enfermagem Médico Cirúrgica|universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Enfermagem ; Giselle Barcellos Oliveira Koeppe|gisellebarcellos@yahoo.com.br|enfermeira|doutora Em Enfermagem|professora|escola de Enfermagem Anna Nery - Universidade Federal do Rio de Janeiro ; Priscila Padronoff Oliveira|priscila.oliveira@uva.br|enfermeira|mestre Em Enfermagem|gestora de Enfermagem|escola de Enfermagem Anna Nery - Universidade Federal do Rio de Janeiro ; Carlos Eduardo Peres Sampaio|carlosedusampa@ig.com.br|enfermeiro|doutor Em Bioquímica Médica|professor Associado|universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Enfermagem |
Resumo: OS SENTIMENTOS ATRELADOS AO PERÍODO DE JEJUM NO PROCESSO PRÉ- OPERATÓRIO:
REVISÃO DA LITERATURA
OBJETIVO: Identificar o tempo adequado e as repercussões do jejum pré-
operatório de crianças em situação cirúrgica de acordo com a literatura
científica. MÉTODO: Utilizou-se revisão da literatura do tipo sistemática, com
busca de dados realizada nas bases: LILACS, MEDLINE e SCIELO. Considerou-se o
recorte temporal de 2009 a 2019. As palavras-chave utilizadas foram:
“assistência pré-operatória’’; “jejum em crianças”, obteve-se 130.204 textos.
Operou-se com os seguintes filtros: disponibilidade integral do texto e
gratuidade; idioma português; público alvo das pesquisas: crianças; e apenas
artigos científicos. Após a utilização dos filtros obteve-se 54 textos.Ao
final, selecionaram-se 10 manuscritos. Os estudos foram examinados por meio da
análise de conteúdo temática. RESULTADOS: Evidenciou-se com a revisão de
literatura que o tempo de jejum pré-operatório pode ser reduzido, ao invés das
crianças ficarem 8 horas sem comer e ingerir líquidos. Sobre as repercussões
constatou-se desconforto e sentimentos negativos em torno do processo de
hospitalização. Ademais, alguns estudos atualizados descreveram que o jejum
pré-operatório pode ocorrer no período de 2 horas após a ingestão de um
líquido sem resíduos. CONCLUSÃO: Percebe-se através desse estudo que a redução
do período de jejum pré-operatório busca amenizar diversos sentimentos
atrelados a esse momento, além do desconforto às crianças e futuras
complicações metabólicas, no pós- operatório. Dessa forma, a prática do jejum
tradicional tem sido questionada, sugerindo-se sua redução por meio da
implementação de novos protocolos multiprofissionais institucionais, com o
objetivo de diminuir o tempo de privação de alimentos, obtendo consequente
melhora na recuperação pós-operatória. CONTRIBUIÇÕES PARA ENFERMAGEM: Destacar
a importância do profissional de saúde se manter atualizado de acordo com os
novos protocolos existentes, buscando sempre melhorar a sua assistência e
torná-la mais humanizada.
Referências: 1. Merchant R. Canadian Anesthesiologists’ Society. Guidelines to the practice of anesthesia revised. Can J Anaesth, v. 62, n. 1, p. 54-67, 2015. 2. Moro ET, Módolo NSP. Ansiedade, a criança e os pais. Revista Brasileira de Anestesiologia, p. 728-738, 2004. Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/%0D/rba/v54n5/v54n5a15.pdf>. Acesso em 14 abr., 2019. 3. Oliveira KGB. A abreviação do jejum pré-operatório para duas horas com carboidratos aumenta o risco anestésico?. Rev. Bras. Anestesiol., Campinas , v. 59, n. 5, p. 577-584, out. 2009. Disponível em:. acessos em 16 abr., 2019. |